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20/06/2008
Câmara discute Contribuição Social da Saúde e emenda parlamentar
Secom Câmara/CBA
Vereadores em Sessão Plenária
As emendas parlamentares prometida pelo prefeito Wilson Santos aos vereadores de Cuiabá e a Contribuição Social da Saúde (CSS) imposto em tramitação na Câmara Federal que pode substituir a extinta CPMF foram os assuntos mais discutidos durante o grande expediente da sessão do dia 19 de junho, na Câmara Municipal de Cuiabá.

A promessa do prefeito Wilson Santos de implantação de emendas parlamentares no Legislativo Municipal foi cobrada pelo vereador Domingos Sávio (PMDB). Segundo o vereador, o prefeito prometeu R$ 150 mil a cada parlamentar e estes já fizeram compromisso com a população e estabeleceram aonde será aplicado o recurso, mas ainda não tiveram notícia desse recurso. “Precisamos pelo menos dar satisfação ao nosso povo, porque quem vai ficar como mentiroso somos nós, é a Câmara”, justificou a cobrança.

O líder do prefeito na Câmara, Edivá Alves (PSDB), garantiu que os recursos das emendas foram remanejados a cada secretaria responsável pela administração dos serviços solicitados pelos vereadores por meio do Decreto 4.662 de 14 de abril de 2008.

Na oportunidade, Edivá criticou o governo Lula em razão da proposta de implantação da Contribuição Social da Saúde após a CPMF ser extinta e garantiu que estará de olho nos senadores que votarem a favor da proposta, principalmente na senadora Serys Marli, representante do Estado de Mato Grosso no Senado. Edivá criticou o fato de a contribuição ser compulsória e não voluntária. Segundo Edivá, o Brasil é um dos países que mais tem carga tributária e isso se justifica por causa do alto índice de corrupção, já que a maioria dos recursos não retorna em forma de benefícios para a população. “Querem mais dinheiro para alimentar o Valerioduto e olha que há dinheiro sobrando no governo, mas eles querem mais. (...) Senadora Serys vote a favor do povo”, clamou Edivá.

Outro assunto discutido no grande expediente da sessão foi a fila quilométrica que se forma na unidade de atendimento da Rede Cemat situada na rua Barão de Melgaço por volta das 10h. O assunto foi abordado pelo vereador Luiz Poção (PP) que sugeriu a inclusão e o enquadramento da instituição na Lei das Filas. O vereador que esteve in loco observando o atendimento e conversando com os clientes afirmou que o tempo de espera na unidade é de 01h30min há 2 horas. “Isso é um absurdo! Temos que acionar o Procon”, afirmou.

Assessoria: Secom CâmaraCba/Glaucia Colognesi



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